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Visconde de Mauá, o empreendedor e maior empresário brasileiro

O Visconde de Mauá dizia que “o melhor programa econômico de governo é não atrapalhar aqueles que produzem, investem, poupam, empregam, trabalham e consomem”.

Como deputado federal vou continuar lutando para a redução do estado, privatizações e pela livre iniciativa.

Encontro Monárquico Vale do Paraíba – 06/12 – Taubaté

Neste Domingo, 6 de dezembro, será realizado o Encontro Monárquico Vale do Paraíba. Gávea Hotel – Taubaté – 14h30 recepção. Taxa R$ 30,00 (inclui palestras, coffee-break e certificado). Há desconto para estudantes e grupos acima de 3 pessoas, contate-nos.

O Evento tem como convidado de honra o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, bisneto da Princesa Isabel.

Palestrantes: Geraldo Winter, sócio da Winter Consultores e editor do boletim Herdeiros do Porvir. Tema: 200 anos da Família Real no Brasil. Ocílio Ferraz, sociólogo, membro da Academia Brasileira de Gastronomia. Tema: Titulares do Império na cultura gastronômica valeparaibana. Dr. José Guilherme Beccari, advogado e presidente do Pró Monarquia. Tema: Ação Monárquica no Brasil. José Carlos Sepúlveda da Fonseca, pesquisador e editor do Radar da Mídia. Tema: Geopolítica brasileira. Ao final do Evento o Príncipe D. Bertrand fará a entrega dos Certificados de Participação. Haverá lançamento de livros e venda de distintivos, chaveiros e livros da monarquia.

A Pró Monarquia é uma entidade cívica e cultural, sem fins lucrativos, responsável pela Coordenação do Movimento Monárquico. Fundada em 1991, vem auxiliando os Príncipes do Brasil nas campanhas do Parlamentarismo Monárquico e publica o boletim “Herdeiros do Porvir”.

Inscrição e mais informações sobre o Encontro Monárquico: http://www.monarquiavale.blogspot.com ou mensagem para monarquiavale@gmail.com

Quem paga o músico escolhe a música…

    Os chamados “políticos profissionais” eram mal vistos durante o Império brasileiro. D. Pedro II se preocupava com sua existência e os via como sendo um mal. Não se tratava de questionar a existência dos políticos em si mesmos, especialmente daqueles homens de bem que, por já se terem destacado na sociedade, em suas respectivas carreiras ou profissões, passassem a ocupar cargos públicos sem na verdade dependerem disso para viver. Mas sim criticava-se os aventureiros que se agarravam à função pública tão somente para viver dos benefícios diretos ou indiretos que conseguissem obter da mesma.    Note-se que durante o período Imperial brasileiro aqueles “políticos profissionais” eram bem mais raros do que nos dias republicanos de hoje. Primeiro porque os cargos públicos eram destinados a pessoas que já tivessem um passado de comprovada probidade e segundo porque não eram em geral remunerados ou eram pouco remunerados, sendo, portanto destinados àqueles que os exerceriam pela honra intrínseca da posição e não para auferir benefícios dos mesmos. Mas se esses cargos passassem a oferecer benefícios financeiros, considerava-se que estavam sendo ocupados por pessoas menos dignas.

    Alguém diria que considerar como moléstia social os políticos profissionais é característica das monarquias do passado, e ninguém mais se importaria com isto nos dias de hoje. E que nas repúblicas modernas se conhece o fato mas ele é tolerado a tal ponto que, na prática, freqüentemente encontramos o apoio popular àqueles políticos menos probos sob a justificativa: “rouba mas faz…”

    Enganam-se porém. Da Inglaterra monárquica de hoje vem o exemplo. Um debate foi travado naquele país sobre o recebimento de dinheiro por parte de parlamentares em troca de consultoria. Em relatório preparado por Lord Nolan, um membro conservador da Câmara dos Lordes, verificou-se que certa proporção de parlamentares presta tais serviços de consultoria. Note-se que não se estava falando de ganhos que eles possam ter relativos aos seus meios de vida pre-existentes à respectiva eleição (provenientes de uma atuação como profissionais liberais, empregados, empresários, etc.), mas sim de recebimentos relativos à sua função atual.

    Para arranjar uma reunião entre um “cliente” e um ministro, um parlamentar pretendeu cobrar a quantia de 1,500 Libras Esterlinas desde que para um único encontro, como foi publicado em artigo no “The Sunday Times”. Foi assim armada uma das maiores confusões para o Parlamento já que se propôs e foi aprovada uma moção para obrigar que os ganhos com as tais “consultorias” sejam compulsoriamente declarados. Foi aprovada também uma lei para impedir o exercício da chamada “advocacia”, assim conhecida a atividade parlamentar pela qual os membros do parlamento apresentam projetos e votam leis do interesse dos que pagavam.

    Se há um lugar onde os políticos profissionais têm uma influência especialmente deletéria é no parlamento, pois podem aprovar leis em troca de favores até para o pagamento de suas campanhas eleitorais. É de se notar, porém, que na Inglaterra o voto é distrital e, em conseqüência, os gastos eleitorais são infinitamente menores do que aqueles a que estamos acostumados no Brasil já que os candidatos são das próprias regiões que os elegem e praticamente não gastam em propaganda.

    Será que uma lei obrigando a pública declaração dos ganhos “extras” ligados à atividade parlamentar passaria no Brasil? E se passasse teria algum efeito prático, considerado por exemplo, o efeito off-shore (ou outros que a criatividade latina seria pródiga a sugerir?)

    Assim, na Inglaterra, se reconhecem os males da política profissional, especialmente quando esta leva os políticos a obterem vantagens para defender posições. Com efeito, comentando o assunto um insuspeito Parlamentar inglês, Richard Shepherd, criticou tal situação com um certo humor e fleugma, citando o que ele classifica de “um antigo ditado difícil de refutar”. Ele chamou a atenção para a falta de liberdade de um parlamentar nestas condições comparando os políticos profissionais a músicos que recebem para tocar: quem paga o músico escolhe a música…

José Guilherme Beccari
Advogado e Presidente da Pró Monarquia

Fonte: Boletim Herdeiros do Porvir, No. 6

Jantar da candidatura

Fotos do evento realizado no dia 13 de setembro, na Xodó Paulista Pizzaria.

 

 

 

 


O candidato Ciro dirige palavras ao Cel. Paes de Lira e Gustavo Cintra do Prado.
Em primeiro plano Walter Harada, do movimento monárquico.

Foro do Brasil

Momentos antes da aberutra

Cerca de 110 pessoas estiveram presentes no evento.

200 Anos da Imprensa no Brasil

O Dia da Imprensa comemora-se a 10 de setembro. A escolha da data tem a ver com a fundação da “Gazeta do Rio de Janeiro”, o primeiro jornal a ser editado e impresso no Brasil, exatamente a 10 de setembro de 1808. O jornal foi rodado na Imprensa Régia, criada por D. João VI, pouco tempo antes, em maio desse ano.

Um outro jornal for a criado meses antes, “O Correio Braziliense”, mas sua impressão era feita em Londres. Além disso, “O Correio” era mensal e a “Gazeta” semanal.

Os dois jornais foram publicados até 1822.

Fonte: Herdeiros do Porvir, N. 8, outubro 2000.

Leia mais em
Eventos marcam 200 anos da imprensa no Brasil
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u370351.shtml

 

Prof. Olavo de Carvalho cita Tamazato

Listen to True Outspeak on internet talk radio
No programa True Outspeak do dia 25/8/2008, o filósofo Olavo de Carvalho,  faz uma breve citação e deseja boa sorte a candidatura Tamazato Vereador 36.258  

Nosso obrigado Prof. Olavo!

Vários amigos nos escreveram, especialmente o Cavaleiro Conde.   Essa é a resposta dos direitistas, combatedores do gigantesco estado que vivemos sob a orientação socialista.